Moda Lidera 'Revolução D2C': Setor Fatura R$ 2,9 Bilhões e 66% das Lojas São Lideradas por Mulheres
O setor de moda no e-commerce brasileiro não apenas mantém sua liderança, mas se consolida como um motor da 'revolução D2C' (Direct-to-Consumer). Em...
Moda Lidera 'Revolução D2C': Setor Fatura R$ 2,9 Bilhões e 66% das Lojas São Lideradas por Mulheres
O e-commerce de moda no Brasil não é apenas um segmento em crescimento; é um epicentro de inovação e empoderamento. Longe de perder fôlego, o setor consolidou sua liderança no varejo digital, com um faturamento impressionante de R$ 2,9 bilhões em 2025, representando um salto de 35% em relação ao ano anterior. Mais do que números, a moda se destaca pela 'revolução D2C' (Direct-to-Consumer) e por ser um campo fértil para o empreendedorismo feminino, com 66% das lojas virtuais lideradas por mulheres.
O Poder do D2C na Moda
O modelo D2C, que permite às marcas venderem diretamente aos consumidores sem intermediários, ganhou força estratégica em 2025 e 2026. A pesquisa NuvemCommerce, referência no mercado, aponta que lojistas de moda venderam mais de 10 milhões de produtos em 2025, um crescimento de 28%, reforçando a moda como a vertical mais relevante do e-commerce nacional em volume e dinamismo. Essa migração para canais proprietários é motivada pela busca por maiores margens de lucro e pela posse de dados dos clientes, fundamentais para estratégias de retenção e personalização.
Enquanto marketplaces continuam sendo vitrines importantes para atração de novos públicos, a dependência excessiva dessas plataformas é vista como um risco ao protagonismo das marcas. A moda, com sua forte identidade e a necessidade de contar histórias, encontrou no D2C o canal ideal para construir relacionamentos mais profundos e autênticos com seus clientes.
Empreendedorismo Feminino em Destaque
Um dos dados mais inspiradores do setor é a forte presença feminina. Entre os responsáveis por lojas virtuais de moda, 66% são mulheres, consolidando o e-commerce como um pilar de emancipação financeira. Muitas dessas empreendedoras operam em estruturas enxutas, no modelo de