VTEX e Olist Lideram 'E-commerce Composto': Plataformas Impulsionam GMV em R$ 12 Bilhões com 'Composable Commerce'
A arquitetura de 'composable commerce' está se tornando o novo padrão ouro para grandes e-commerces no Brasil. VTEX e Olist, duas das principais...
VTEX e Olist Lideram 'E-commerce Composto': Plataformas Impulsionam GMV em R$ 12 Bilhões com 'Composable Commerce'
O mercado de e-commerce no Brasil, conhecido por sua dinâmica e rápida evolução, está testemunhando uma mudança arquitetônica fundamental: a ascensão do 'composable commerce'. Longe das plataformas monolíticas do passado, o futuro é modular, flexível e altamente personalizável. Empresas líderes como VTEX e Olist estão na vanguarda dessa transformação, capacitando varejistas a construir ecossistemas de vendas online mais resilientes e inovadores.
A Promessa do 'Composable Commerce'
O 'composable commerce' é uma abordagem que permite às empresas selecionar e 'compor' as melhores soluções de software (best-of-breed) para cada funcionalidade do e-commerce – seja um sistema de gerenciamento de conteúdo (CMS), um motor de busca, um sistema de pagamentos ou uma ferramenta de personalização. Em vez de depender de um único fornecedor para todas as necessidades, as empresas podem integrar módulos especializados que se encaixam perfeitamente, como peças de Lego.
Dados recentes divulgados pela VTEX e Olist, duas das principais plataformas que facilitam essa arquitetura, são impressionantes. Clientes que migraram para ou construíram suas operações com base em princípios de 'composable commerce' movimentaram um GMV (Gross Merchandise Volume) superior a R$ 12 bilhões no último ano. Esse número representa um crescimento de 30% em relação ao ano anterior para o mesmo grupo de clientes, superando a média de mercado.
Agilidade e Inovação como Diferenciais
Para grandes varejistas e marcas com operações complexas, a agilidade é um fator crítico. A capacidade de integrar rapidamente novas tecnologias, como inteligência artificial para personalização, ferramentas de 'social commerce' ou soluções avançadas de 'fulfillment', sem a necessidade de reestruturar todo o sistema, é um diferencial competitivo enorme. A VTEX, com sua arquitetura headless e API-first, tem sido uma das principais facilitadoras dessa flexibilidade, permitindo que empresas como a C&A e a Electrolux inovem em ritmo acelerado.
O Olist, por sua vez, tem se destacado ao oferecer soluções modulares que simplificam a entrada e a gestão de vendas em múltiplos marketplaces, permitindo que sellers componham sua estratégia de canais de forma otimizada. A integração de seu hub de marketplace com outras ferramentas de gestão de estoque e ERPs é um exemplo claro de 'composable commerce' em ação, resultando em uma redução de 25% no tempo de lançamento de novos produtos para seus clientes.
O Papel da Tecnologia no Futuro do Varejo
Essa mudança não é apenas tecnológica; é estratégica. Ela permite que as empresas respondam mais rapidamente às demandas dos consumidores, experimentem novas abordagens de vendas e otimizem cada ponto de contato na jornada de compra. A consultoria Gartner prevê que, até 2027, 80% das empresas com crescimento acelerado terão adotado uma arquitetura de 'composable commerce'.
Para o mercado brasileiro, isso significa um e-commerce mais robusto, adaptável e inovador. Empresas que investem em flexibilidade tecnológica estão se posicionando para liderar a próxima década do varejo online, garantindo que suas operações possam evoluir tão rapidamente quanto as expectativas dos consumidores e as inovações tecnológicas.