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PL do 'Imposto sobre Grandes Plataformas Digitais' (IGPD) Avança no Congresso, Gerando Alerta Máximo em Marketplaces

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28 de mar. de 2026
PL do 'Imposto sobre Grandes Plataformas Digitais' (IGPD) Avança no Congresso, Gerando Alerta Máximo em Marketplaces

PL do 'Imposto sobre Grandes Plataformas Digitais' (IGPD) Avança no Congresso, Gerando Alerta Máximo em Marketplaces

O cenário político-econômico brasileiro ganhou um novo e complexo capítulo nesta sexta-feira, 28 de março de 2026, com o avanço de um Projeto de Lei (PL) que propõe a criação do 'Imposto sobre Grandes Plataformas Digitais' (IGPD). A medida, que busca tributar uma porcentagem da receita bruta de empresas que operam grandes marketplaces e redes sociais no país, gerou um alerta máximo entre os gigantes do e-commerce e as associações do setor.

O texto, que passou por uma comissão importante no Congresso Nacional, justifica a criação do IGPD como uma forma de equalizar a carga tributária entre empresas digitais e o varejo físico tradicional, além de buscar novas fontes de arrecadação para o governo. Embora os detalhes da alíquota ainda estejam sendo debatidos, as propostas iniciais variam entre 2% e 5% sobre a receita bruta gerada por serviços digitais, incluindo comissões de vendas, publicidade e outras taxas cobradas por plataformas.

A notícia rapidamente se espalhou pelos grupos de discussão de vendedores e executivos de e-commerce, gerando uma onda de preocupação. Representantes de grandes marketplaces como Amazon, Mercado Livre, Magazine Luiza e Shopee já se manifestaram, expressando apreensão sobre o impacto direto nos custos operacionais e, consequentemente, nos preços finais para o consumidor. "Qualquer aumento de carga tributária será repassado, em alguma medida, para o vendedor e, no fim da cadeia, para o consumidor. Isso pode frear o crescimento do e-commerce e tornar os produtos mais caros em um momento de busca por estabilidade econômica", alertou o presidente de uma das maiores associações do setor.

Especialistas em direito tributário apontam que, se aprovado, o IGPD poderia gerar uma série de desafios de compliance e interpretação, dada a complexidade das operações digitais. Além disso, há o temor de que o Brasil se torne um ambiente menos atraente para investimentos de plataformas globais, que poderiam realocar recursos para mercados com menor pressão tributária. A discussão promete ser intensa nas próximas semanas, com o setor de e-commerce mobilizando-se para apresentar argumentos e buscar alternativas que minimizem o impacto negativo sobre a economia digital brasileira. A hashtag #ContraOImpostoDigital já figura entre os tópicos mais comentados nas redes sociais, refletindo a polarização do debate.

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