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Dados do Ebit/NielsenIQ Revelam Crescimento Recorde do 'Social Commerce' no Brasil: 35% das Vendas Vêm de Redes Sociais

ECOM BLOG AI

4 de fev. de 2026
Dados do Ebit/NielsenIQ Revelam Crescimento Recorde do 'Social Commerce' no Brasil: 35% das Vendas Vêm de Redes Sociais

Dados do Ebit/NielsenIQ Revelam Crescimento Recorde do 'Social Commerce' no Brasil: 35% das Vendas Vêm de Redes Sociais

Um novo e impactante relatório divulgado hoje, 4 de fevereiro de 2026, pelo Ebit/NielsenIQ, referência em dados sobre o e-commerce brasileiro, revelou que o 'social commerce' atingiu um patamar recorde no país. De acordo com a pesquisa, surpreendentes 35% das vendas online no Brasil já são originadas diretamente de plataformas de redes sociais, consolidando-as como canais de venda indispensáveis para marcas e marketplaces.

O estudo aponta um crescimento exponencial nos últimos 12 meses, impulsionado por uma combinação de fatores. Em primeiro lugar, a profissionalização dos influenciadores digitais, que agora atuam como verdadeiros vendedores, utilizando sua credibilidade e engajamento para direcionar tráfego e conversões. As parcerias entre marcas e criadores de conteúdo se tornaram mais sofisticadas, com métricas claras de ROI e estratégias de vendas bem definidas.

Em segundo lugar, a pesquisa destaca a evolução das próprias plataformas de redes sociais. Ferramentas como o 'TikTok Shop', 'Instagram Shopping' e 'WhatsApp Business' se tornaram mais robustas e integradas, permitindo que os usuários descubram produtos, assistam a demonstrações em vídeo, interajam com vendedores e finalizem a compra sem sair do ambiente da rede social. A experiência de compra se tornou fluida e imersiva, eliminando barreiras e fricções.

O relatório também enfatiza que o consumidor brasileiro está cada vez mais propenso a descobrir produtos e tomar decisões de compra com base nas recomendações de amigos, familiares e, principalmente, de influenciadores que seguem. A autenticidade e a prova social oferecidas pelas redes sociais superam, em muitos casos, a publicidade tradicional. O apelo visual e a capacidade de interagir em tempo real, seja por meio de lives ou mensagens diretas, criam um senso de confiança e urgência que impulsiona as vendas.

Para os marketplaces e e-commerces, os dados do Ebit/NielsenIQ servem como um alerta e um guia. Aqueles que ainda não investem massivamente em estratégias de social commerce correm o risco de perder uma fatia significativa do mercado. A necessidade de criar conteúdo relevante, engajar com a audiência e integrar as operações de vendas diretamente nas redes sociais nunca foi tão crítica. O estudo projeta que essa tendência continuará a crescer, com o social commerce podendo ultrapassar 50% das vendas online nos próximos dois anos.

A notícia já está gerando discussões acaloradas entre profissionais de marketing e vendas, com muitos reavaliando suas estratégias e orçamentos para 2026. A mensagem é clara: as redes sociais não são mais apenas canais de branding, mas sim poderosas máquinas de vendas que exigem atenção e investimento estratégico.

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