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Logística reversa sustentável: Marketplaces investem em pontos de coleta e reuso de embalagens

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28 de jan. de 2026
Logística reversa sustentável: Marketplaces investem em pontos de coleta e reuso de embalagens

Logística reversa sustentável: Marketplaces investem em pontos de coleta e reuso de embalagens

Em um mercado onde o volume de entregas cresce exponencialmente, a pegada de carbono e o descarte de embalagens se tornaram preocupações centrais para o consumidor brasileiro. Em resposta, os principais marketplaces do país estão intensificando seus investimentos em logística reversa com foco na sustentabilidade.

Tradicionalmente, a logística reversa era vista apenas como o processo de receber produtos devolvidos. Hoje, o conceito se expandiu para incluir a gestão de resíduos e o ciclo de vida das embalagens. A grande novidade é a expansão da rede de pontos de coleta e a implementação de programas de reuso de caixas e materiais de proteção.

Marketplaces estão firmando parcerias com pequenos comércios locais, como padarias e bancas de jornal, para transformá-los em pontos de drop-off e pick-up. Isso não só facilita a devolução para o consumidor (que não precisa esperar o carteiro ou ir a uma agência distante), mas também permite que o marketplace colete as embalagens vazias que seriam descartadas.

O desafio técnico é a padronização e a higienização. Empresas de logística estão desenvolvendo sistemas para inspecionar, limpar e reintroduzir caixas em bom estado no ciclo de distribuição. Embora o custo inicial de implementação dessas estruturas seja alto, o retorno de imagem e a economia a longo prazo com a compra de novas embalagens justificam o investimento.

Além disso, o consumidor está sendo incentivado com pequenos descontos ou créditos de fidelidade para devolver embalagens em bom estado. Essa estratégia de gamificação da sustentabilidade tem se mostrado eficaz, especialmente entre o público jovem e consciente. A expectativa é que, até o final de 2026, a taxa de reuso de embalagens em grandes operações de e-commerce no Brasil atinja 30%, um marco importante na jornada rumo a um comércio eletrônico mais circular e responsável.

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