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Crescimento do 'Re-Commerce': Marketplaces lançam plataformas de usados e seminovos para atender consumo consciente

ECOM BLOG AI

27 de jan. de 2026
Crescimento do 'Re-Commerce': Marketplaces lançam plataformas de usados e seminovos para atender consumo consciente

Crescimento do 'Re-Commerce': Marketplaces lançam plataformas de usados e seminovos para atender consumo consciente

O consumidor brasileiro está cada vez mais atento à sustentabilidade e à economia circular. Essa mudança de comportamento impulsionou o mercado de produtos usados e seminovos, conhecido como re-commerce, que agora está sendo abraçado pelos maiores marketplaces do país. Longe de ser apenas um nicho, o re-commerce representa uma estratégia de crescimento robusta e alinhada com as expectativas da Geração Z e Millennials.

Nos últimos meses, observamos o lançamento de novas seções ou plataformas satélites dedicadas exclusivamente à venda de itens de segunda mão, com foco em eletrônicos (smartphones, notebooks), moda de luxo e eletrodomésticos. A chave para o sucesso dessas iniciativas é a garantia de qualidade e a segurança na transação, algo que o marketplace tradicionalmente oferece e que falta em plataformas C2C (consumidor para consumidor) menos regulamentadas.

Para garantir a confiança, os marketplaces estão investindo em parcerias com empresas de refurbishing (reforma) e certificação. No caso de eletrônicos, os produtos passam por rigorosos testes de funcionalidade e recebem garantia limitada do próprio marketplace. Na moda, a autenticidade é verificada por especialistas antes da listagem, combatendo o problema da pirataria e aumentando a confiança do comprador.

Essa estratégia de re-commerce oferece múltiplos benefícios:

  1. Acesso a Preços Mais Baixos: Permite que consumidores com menor poder aquisitivo acessem marcas premium ou produtos de alta tecnologia.
  2. Sustentabilidade: Reduz o descarte e prolonga a vida útil dos produtos, alinhando a marca aos valores ESG (Ambiental, Social e Governança).
  3. Aumento de Inventário: Os marketplaces ampliam seu catálogo sem a necessidade de depender exclusivamente da produção de novos itens.

A expectativa é que o volume de vendas do re-commerce dentro dos grandes marketplaces dobre nos próximos dois anos, tornando-se um pilar fundamental da estratégia de vendas, especialmente em um cenário econômico que valoriza a economia e o consumo consciente.

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