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Logística Reversa e Sustentabilidade: Marketplaces Adotam Padrões ESG para Reduzir Impacto Ambiental

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26 de jan. de 2026
Logística Reversa e Sustentabilidade: Marketplaces Adotam Padrões ESG para Reduzir Impacto Ambiental

Logística Reversa e Sustentabilidade: Marketplaces Adotam Padrões ESG para Reduzir Impacto Ambiental

Em 2026, a sustentabilidade deixou de ser um diferencial e se tornou um requisito básico para a operação de grandes marketplaces no Brasil. Impulsionados pela crescente conscientização do consumidor brasileiro, que demonstra preferência por marcas com forte atuação ESG (Ambiental, Social e Governança), os gigantes do e-commerce estão reformulando suas cadeias de suprimentos e, principalmente, a logística reversa.

O foco principal está na redução da pegada de carbono gerada pelo transporte e no manejo adequado de resíduos. Marketplaces estão investindo em centros de distribuição mais próximos dos grandes centros urbanos para diminuir o tempo de trânsito e o consumo de combustível. Além disso, há uma tendência clara de substituição de frotas por veículos elétricos ou híbridos nas entregas de última milha, especialmente nas capitais.

Na área de embalagens, a inovação é constante. O uso de plásticos de uso único está sendo drasticamente reduzido, sendo substituído por materiais compostáveis ou reciclados. Algumas plataformas já implementaram sistemas de 'embalagem inteligente' que ajustam o tamanho da caixa ao produto, minimizando o volume de ar transportado e, consequentemente, otimizando o espaço nos veículos de entrega.

O maior desafio, contudo, reside na logística reversa. Com o aumento das vendas online, o volume de devoluções também cresceu. Marketplaces estão estabelecendo parcerias estratégicas com cooperativas e startups de reciclagem para garantir que os produtos devolvidos, quando não podem ser revendidos, sejam desmontados e seus componentes reinseridos na cadeia produtiva. Essa abordagem não apenas cumpre metas ambientais, mas também gera valor econômico ao transformar resíduos em matéria-prima.

Para os sellers, a pressão também é alta. Grandes plataformas já começaram a exigir que os vendedores apresentem evidências de práticas sustentáveis em seus próprios negócios, como a utilização de embalagens certificadas ou a comprovação de descarte correto de materiais. A conformidade com os padrões ESG está se tornando um critério de ranqueamento e visibilidade dentro dos marketplaces, sinalizando que a responsabilidade ambiental é agora um fator de competitividade no e-commerce brasileiro.

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